Energia é custo fixo. E custo fixo se administra, não se paga
A maior parte das empresas trata a conta de luz como despesa inevitável. Ela não é. É o único custo fixo relevante que pode ser convertido em um ativo do próprio balanço, com vida útil de mais de vinte anos e retorno mensurável desde o primeiro ciclo de faturamento.
A diferença entre um projeto comercial bem-feito e um mal-feito raramente aparece no primeiro ano. Aparece no quinto, quando o sistema subdimensionado deixou de cobrir o crescimento da operação, ou quando o superdimensionado gerou crédito que a empresa nunca conseguiu consumir.
O que analisamos antes de dimensionar
- Doze meses de fatura, não a última conta. Sazonalidade de operação muda o resultado.
- Enquadramento tarifário: grupo A ou B, convencional, branca ou horária.
- Demanda contratada e demanda medida, quando aplicável. Demanda mal contratada custa caro e o sistema solar não corrige isso sozinho.
- Curva de carga ao longo do dia. Consumo concentrado no horário solar aproveita a geração na hora, sem passar pela compensação e sem pagar o Fio B sobre aquela parcela.
- Plano de crescimento da operação nos próximos anos, para deixar o projeto preparado para ampliação.
- Infraestrutura elétrica existente: padrão de entrada, quadro geral, aterramento e capacidade do ramal.
Onde está o ganho que a maioria não calcula
Quando o consumo acontece no mesmo instante em que o sistema gera, aquela energia não é injetada na rede e não sofre a cobrança do Fio B prevista na Lei 14.300. Em operação comercial diurna, comércio, indústria, escritório, clínica, essa parcela é grande. É por isso que empresa com consumo diurno tem retorno melhor do que residência com consumo noturno, mesmo com a mesma conta.
Esse cálculo só aparece em projeto feito por quem lê a fatura. Não aparece em orçamento feito por tamanho de telhado.
Atendemos
- Comércio e varejo
- Indústria e galpão logístico
- Condomínio residencial e comercial, com rateio de créditos entre unidades
- Clínica, consultório e escritório
- Área rural, chácara e produção agrícola no DF e entorno
- Usina de investimento em terreno próprio, para autoconsumo remoto
Como o equipamento é comprado
O kit é adquirido pela própria empresa, direto do fabricante, pelo mesmo valor que pagaríamos como revenda credenciada, faturado no CNPJ dela e entregue no local. A nota fiscal do equipamento fica em nome de quem investe, o que resolve de imediato o registro do ativo, a garantia de fábrica e a rastreabilidade da compra.
A Solar Electron cobra o serviço de engenharia, a instalação e o material complementar de ligação. Não há margem aplicada sobre o equipamento, e o parcelamento na plataforma do fabricante chega a 21 vezes.
Responsabilidade técnica
Projeto elétrico com ART e TRT recolhidas, dimensionamento conforme NBR 5410, NBR 16690 e NBR 17019, memorial descritivo, diagrama unifilar e homologação junto à concessionária. Empresa credenciada e homologada como revenda e instaladora no site da Intelbras.