Ir para o conteúdo
Solar Electron Inteligência
em energia

Início › Energia solar com baterias em Brasília

Energia solar com baterias em Brasília

Sistemas híbridos e off grid com armazenamento. Autonomia na falta de energia, uso da geração à noite e independência da compensação da rede.

A conta mudou. E quase ninguém no mercado percebeu ainda

Durante dez anos o cálculo da energia solar no Brasil foi simples: gerar de dia, injetar o excedente na rede, buscar de volta à noite. A rede funcionava como uma bateria gratuita e infinita.

Não funciona mais assim. A Lei 14.300/2022 passou a cobrar uma parcela do Fio B sobre a energia injetada, e essa parcela aumenta a cada ano até atingir o patamar cheio. Em paralelo, distribuidoras em vários estados começaram a negar novos acessos por inversão de fluxo, e usinas passaram a ser curtailadas em horários de sobra de geração.

Quando a rede deixa de ser uma bateria gratuita, armazenar em casa deixa de ser luxo e passa a ser engenharia.

Sistema híbrido

Conectado à rede e com banco de baterias. Faz três coisas que o on grid puro não faz:

  • Mantém a casa ou a operação de pé quando falta energia na rua. O on grid puro desliga por exigência normativa, para não energizar a rede durante manutenção.
  • Guarda a geração do dia para usar à noite, sem passar pela compensação e sem a cobrança do Fio B sobre aquela parcela.
  • Desloca consumo de horário caro em quem está em tarifa branca ou horária, carregando fora da ponta e descarregando na ponta.

Sistema off grid

Sem conexão com a rede. É a solução para chácara, sítio, poço artesiano, portaria isolada, antena, câmera e qualquer ponto onde a ligação nova custaria mais do que o próprio sistema. Aqui o dimensionamento é mais exigente: não existe rede para cobrir erro de cálculo, e o projeto precisa contemplar dias consecutivos de baixa irradiação.

Como definimos o banco

  1. Separação de cargas essenciais. Listamos o que precisa continuar funcionando e o que pode desligar.
  2. Levantamento de potência e de energia. Um motor de portão pede pico alto por segundos; uma geladeira pede pouco, o dia inteiro. São exigências diferentes do inversor e do banco.
  3. Autonomia alvo. Quantas horas, em qual cenário, com qual profundidade de descarga.
  4. Química e ciclo de vida. Lítio ferro fosfato pela estabilidade térmica e pelo número de ciclos, com BMS de fábrica.
  5. Proteção, aterramento e local de instalação. Ventilação, temperatura e acesso para manutenção.

Sobre a tecnologia que vem

Baterias de estado sólido e sódio-íon estão em desenvolvimento acelerado e devem mudar custo e densidade nos próximos anos. Acompanhamos isso de perto, e é justamente por isso que projetamos sistemas com arquitetura aberta a ampliação: o banco de hoje não pode ser um beco sem saída quando a próxima geração chegar ao mercado com preço melhor.

Direito adquirido de quem já tem sistema

Quem homologou o sistema dentro das regras vigentes tem as condições daquele momento preservadas pelo prazo previsto em lei. É o mesmo raciocínio do poço artesiano perfurado antes da restrição: quem entrou antes ficou com a condição melhor. Quem entra depois joga com as regras novas. Por isso a decisão sobre ampliar ou instalar tem prazo, e o prazo não é nosso, é do calendário da lei.

Quero avaliar um sistema com baterias

WhatsApp